As Doenças em Idosos

Com a melhora nas condições de vida, avanços nas pesquisas e os progressos da medicina, as pessoas estão vivendo mais, um fato cada vez mais evidente. Se por um lado isso é bom, porque significa aproveitar a vida por mais tempo, significa também que mais pessoas estão sujeitas às doenças associadas ao envelhecimento. Procure saber mais sobre:
 

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Fecaloma

FECALOMA

O fecaloma – uma massa grande, dura e seca de fezes localizada no reto e, algumas vezes, no colo sigmóide – resulta de uma retenção e acúmulo prolongados das fezes. Causas comuns incluem hábitos intestinais deficientes, falta de atividade física, desidratação, dieta inadequada (em especial uma ingestão inadequada de líquidos), medicamentos que induzam constipação ou uma limpeza intestinal incompleta após enema baritado ou ingestão de bário para radiografias. A remoção digital do fecaloma, utilizada quando outros recursos como lavagens de limpeza, supositórios e laxantes não funcionam a contento, pode requerer uma ordem do médico.

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Convulsão

Convulsão

O QUE É CONVULSÃO?
São distúrbios elétricos cerebrais que causam perda da consciência, fortes contrações musculares involuntárias e desordenadas em todo o corpo.

COMO IDENTIFICAR UMA PESSOA COM CONVULSÃO?

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Comprometimento Cognitivo Leve

Comprometimento Cognitivo Leve

O Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) ou Declínio Cognitivo Leve (DCL):

1. comprometimento da memória, preferentemente confirmado por algum informante e pela testagem cognitiva, estando o desempenho nos teste pelo menos 1,5 desvio padrão abaixo da média do grupo controle pareado por idade e nível educacional, e apresentando escore 0,5 na Escala CDR;
2. preservação das demais funções cognitivas;
3. desempenho independente nas atividades da vida diária;
4. ausência de síndrome demencial.

O CCL tem sido considerado um estágio transicional entre envelhecimento normal e demência.
- de 10 a 15%: DA. Em comparação com idosos normais (sem DCL).

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Oftalmologia – Pterigio

PTERÍGIO, O QUE É ISSO?

O Pterígio é uma pequena membrana que cresce sobre a córnea. Tecnicamente falando podemos classifica-lo como crescimento de tecido fibrovascular sobre a córnea atingindo normalmente o canto interno dos olhos, define Dr. Paulo Silvério, oftalmologista que lida com esse assunto há bastante tempo. É também erroneamente confundido com a catarata.

CAUSAS E SINTOMAS
Comumente aparece em pessoas que se expõem com freqüência à luz do sol, aos raios ultra-violeta, ao calor, às condições ambientais como clima seco, poluição e poeira.
Os principais sintomas são:
• irritação no olho/olho vermelho
• fotofobia
• sensação de corpo estranho
• ardor e
• lacrimejamento.

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Dor

A Dor é uma sensação desagradável que serve para alertar que algo ruim está acontecendo com o indivíduo.

Existem 2 tipos de dor:

- Aguda: curta duração e normalmente pode ser eliminada com a retirada de sua causa.
- Crônica: tem duração de 3 a 6 meses e mesmo com a retirada de sua causa esta dor pode persistir.

Mecanismos que Geram Dor

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Hipotiroidismo

Subdiagnósticado, hipotireoidismo atinge mais de 14% dos idosos

Confundida com sintomas do envelhecimento fisiológico, se não tratada a tempo, doença pode causar insuficiência cardíaca e anemia

Pelo descuido acumulado na manutenção da saúde ao longo dos anos, para muitos, a chegada à terceira idade é sinônimo de problemas de saúde, apatia e cansaço. O que poucos sabem, porém, é que essas queixas podem não ser reflexo do processo de envelhecimento fisiológico, mas sim estar ligadas a uma doença: o hipotireoidismo.

Causada pela deficiência na produção do hormônio tiroxina, produzido pela glândula tireóide, o hipotireoidismo pode se apresentar de duas maneiras: na forma clínica ou subclínica.

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Demência Vascular

Demência pode ser definida como síndrome caracterizada por declínio de memória associado a déficit de pelo menos uma outra função cognitiva (linguagem, gnosisas, praxias ou funções executivas) com intensidade suficiente para interferir no desempenho social ou profissional do indivíduo. A Demência Vascular é a 2ª causa mais freqüente de demência em países ocidentes (10%).

Hoje se sabe que a Demência Vascular, depois do Alzheimer, talvez seja a causa mais importante de demência. Ela se caracteriza por múltiplos infartos que vão ocorrendo no cérebro ao longo da vida do indivíduo, que tem uma pequena isquemia, depois outra e mais outra. Elas vão se somando e estão associadas a uma história de declínio cognitivo.

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Delirium

É uma emergência geriátrica e ao mesmo tempo, o distúrbio psiquiátrico mais comum em pacientes idosos hospitalizados.

- Diagnóstico precoce
- Terapêutica adequada
- Maior tempo de internação hospitalar
- Maior Mortalidade

DEFINIÇÃO

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Oftalmologia

Nítida Primavera

 

A estação que colore a cidade e que enche nossos olhos de beleza já chegou cheia de energia – A primavera!

Vem sempre nos presentear com belas flores anunciando a chegada de um novo ciclo. As coleções são sempre mais coloridas, os dias mais claros e as pessoas parecem acordar mais animadas.

De carona nesse contexto também se fazem presentes nos nossos dias de primavera as alergias oculares.

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Depressão em Idosos

A velhice é um triste inventário de perdas e limitações” – Em seu dia-a-dia, o idoso está em uma situação de perdas continuadas. A diminuição do suporte sócio-familiar, a perda do status ocupacional e econômico, o declínio físico continuado, a maior freqüência de doenças físicas e a incapacidade pragmática crescente compõem o elenco de perdas suficientes para um expressivo rebaixamento do humor. Também do ponto de vista biológico, na idade avançada é mais freqüente o aparecimento de fenômenos degenerativos ou doenças físicas capazes de produzir sintomatologia depressiva.

Ocorre a diminuição da: visão, audição, força e a precisão manuais, robustez e a flexibilidade, rapidez na execução de tarefas, memória, imaginação, criatividade, adaptação, atenção, energia, iniciativa e sociabilidade.

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Prevenção de Doenças Oculares

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 180 milhões de pessoas em todo o mundo apresentam algum tipo de deficiência visual. Destes, 50 milhões são cegas e 135 milhões correm o risco de ficar cegas.
Hoje, toda a medicina e também a oftalmologia, caminha para a PREVENÇAO, apesar de que na prevenção de doenças oculares o Brasil ainda está muito aquém. Tanto é assim que a catarata, glaucoma e degeneração macular ainda cegam muitos brasileiros, apesar de serem doenças passíveis de tratamento e controle.

Mas quando iniciar os exames oftalmológicos?

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Pneumonia em Idosos

Pneumonia são infecções que se instalam nos pulmões. Podem acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro).
Basicamente, pneumonias são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contacto do ar com o sangue. Diferentes do vírus da gripe, que é altamente infectante, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente.

Sinais e sintomas
• Febre alta;
• Tosse;
• Dor no tórax;
• Alterações da pressão arterial;
• Confusão mental;
• Mal-estar generalizado;
• Falta de ar;
• Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada;
• Toxemia; (intoxicação resultante da ação de produtos bacterianos difundidos pela corrente circulatória).
• Prostração.

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Doenças do Coração

Angina

É um disfunção cardíaca gerada por uma irrigação sangüínea insuficiente, onde há uma dor torácica brusca, momentânea e irreversível do miocárdio (músculos do coração).

Isso ocorre porque as artérias coronarianas (responsáveis pela condução do sangue para o coração) estreitam-se e dificultam sua chegada. Como há essa diminuição de sangue que chega no coração, há também uma diminuição de oxigênio que deveria ser trazido para o coração através do sangue, agora chegando em pouca quantidade. Isto provoca irritação das terminações nervosas do coração e conseqüente surgimento da dor. Por essa razão, ás vezes falam-se em angina provocada por estresse ou por superexcitação. O estreitamento das artérias coronarianas pode ser progressivo e crônico, ou repentino e violento.

Quando uma pessoa sofre um ataque de angina, ela geralmente sofre dor intensa na altura do peito, podendo se estender para o pescoço, ombros e braço esquerdo, com sensação de mordedura, amassamento ou cãibra. Essa dor pode durar entre 3 a 10 minutos. Caso dure mais que 10 minutos, pode levar-se em consideração um infarto.

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Entendendo os Efeitos do Diabetes

DIA 14 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL E MUNDIAL DO DIABETES

O Diabetes é uma enfermidade que provoca o aumento da quantidade de açúcar (glicose) no sangue por falta absoluta ou relativa de insulina sem a qual ou com seu funcionamento comprometido a glicose se acumula no sangue e é eliminada através da urina.

O paciente diabético vivencia sensações de cansaço, perda de peso, necessidade constante de urinar e como conseqüência das alterações nos vasos sanguíneos, problemas na visão – levando inclusive à cegueira. Daí a importância de conhecermos um pouco mais sobre Retinopatia Diabética.

Retinopatia Diabética

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Diabetes Mellitus

A American Diabetes Association aponta que nos EUA o número de portadores de Diabetes mellitus era de 20,8 milhões, aproximadamente 7% da população, até 2005.
Entre 1986 e 1989, com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes, o Ministério da Saúde realizou um censo nacional sobre a prevalência de diabetes no Brasil. Este estudo mostrou uma prevalência de 7,6% na população entre 30 e 69 anos.
O Ministério da Saúde aponta 11 milhões de pessoas com diabetes resultado de um estudo de rastreamento de diabetes e hipertensão realizado em 2001, indicando a prevalência de 11% para pessoas acima de 40 anos.
 

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Diabetes

O Diabetes Mellitus é uma doença, que não tem cura, mas pode ser controlada. Aparece quando a insulina (hormônio responsável pelo transporte de glicose) para de ser produzida ou é produzida em pequenas quantidades pelo pâncreas. Com isso, há um aumento de açúcar (glicose) no sangue.

Pode ser classificado em quatro subclasses:
- Tipo 1: ocorre quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. Sem a produção de insulina, o nosso organismo não consegue absorver a glicose do sangue, as células ficam sem energia (sem a glicose), por isso as células passam a se alimentar de gordura. Os pacientes precisam injetar insulina para compor sua falta no organismo. Desenvolve-se na maioria dos casos em crianças e adolescentes, representando um total de 10%;
- Tipo 2: nesse caso a insulina é produzida, mas as células são incapazes de aproveitarem a insulina. Geralmente se desenvolve em pessoas acima dos 40 anos, e a ocorrência aumenta com o avanço da idade e em pessoas obesas. Esse tipo de diabetes pode não apresentar sintomas;
- Tipos associados a doenças ou síndromes específicas;
- Diabetes gestacional.

Tipo 2

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Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson é uma síndrome clínica que compromete o controle muscular. É conseqüência de um problema em uma pequena área do cérebro que ajuda no controle do movimento e equilíbrio. Por motivos desconhecidos, as células dessa parte do cérebro deixam de funcionar. Basicamente o que ocorre com as células cerebrais é que, na região do cérebro chamada de substância negra, elas param de funcionar, diminuindo assim a produção de uma substância denominada Dopamina (responsável em ajudar a enviar mensagens para as áreas do cérebro que controlam os músculos). Assim, a diminuição ou ausência da dopamina dificultam o envio dessas mensagens, fazendo com que o corpo não obedeça mais seus comandos. Isso causa os sintomas mais comuns: tremor e rigidez. Além desses, são características da doença: a Bradicinesia (lentidão geral dos movimentos e das atividades diárias; ausência de expressão facial; expressão de espanto devido a menor freqüência de piscar; comprometimento da deglutição; fala monótona; marcha de passos curtos e arrastando os pés; diminuição do balanço dos braços; congelamento) e a instabilidade postural.

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Acidente Vascular Cerebral – AVC

Acidente Vascular Cerebral ou derrame cerebral acontece quando há uma interrupção no fluxo sangüíneo do cérebro, podendo ser Hemorrágico ou Isquêmico. É uma doença neurológica comum, constituindo-se em grave ameaça para o idoso, pois pode causar seqüelas e até levar a óbito. Pode ocorrer em qualquer idade, mas é muito mais comum em pessoas acima de 65 anos.

O AVC é resultado da formação de um coágulo na parede interna de uma artéria cerebral. A área do cérebro que sofreu a interrupção sanguínea, não mais recebe o sangue. A função responsável por esta parte do cérebro fica prejudicada, surgindo dessa forma os sintomas, que podem ser:
- perda da consciência;
- paralisia de um lado do corpo, ou diminuição da força.

O AVC Isquêmico ocorre quando há falta de sangue em determinada região do cérebro, sem hemorragia. O AVC Hemorrágico são mais raros e em geral mais graves. Acontece uma ruptura de artéria ou aneurisma, sendo o coágulo intracerebral uma complicação relevante.

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Lombalgia

A lombalgia pode ser definida como uma dor da musculatura lombar, de origem reumática ou traumática. O termo Citalgia, ao qual algumas vezes a Lombalgia é associada, pode ser definido como uma dor que se irradia a partir do dorso até os glúteos e à extremidade inferior.
Algumas das causas as Lombalgia são:

1. Mecânica (dor lombar que piora com a movimentação e melhora com o repouso):
• Hipertrofia do ligamento amarelo, hipertrofia facetaria;
• Degeneração discal (hérnia de disco);
• Fraturas traumáticas;
• Osteoporose (fraturas patológicas);
• Malformações congênitas;
• Espondilolistese;
• Espondilose.

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Quedas

É o deslocamento não-intencional do corpo para um nível inferior a posição inicial com incapacidade de correção em tempo hábil, determinada por circunstâncias multifatoriais comprometendo a estabilidade. Considerada um evento sentinela na vida do idoso e um marcador potencial do início de um importante declínio da função ou um sintoma de uma nova doença. Por exemplo:
- Criança: cai durante seu desenvolvimento motor normal,
- Adultos: cai durante atividades desafiadoras,
- Idoso: cai por perda funcional e um enfraquecimento no seu estado de saúde (sinal de vulnerabilidade e debilidade física).

Epidemiologia

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Cuidadores

Os familiares/cuidadores precisam entender como agir com o paciente portador da Doença de Alzheimer. Primeiramente, devem incentivar as pesquisas que objetivam buscar a causa e possível cura da doença.

Cuidar de um portador de Alzheimer não é tarefa fácil. É necessário verificar junto aos outros membros da família e amigos em quais atividades eles poderão estar ajudando. O familiar/cuidador precisa:

- aprender a conhecer seus sentimentos: reconhecer e aceitar suas emoções são o primeiro passo para resolver os problemas de culpa e cansaço. Aprenda a expressar seus sentimento aos outros membros da família, a amigos, grupos de apoio e/ou profissionais.

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Dicas de Nutrição para Pacientes com Alzheimer

Como a Doença de Alzheimer ainda é muito desconhecida, há também um despreparo no que se diz respeito a alimentação do portador dessa demência. Dentre os fatores de risco citados para o Alzheimer estão o diabetes mellitus, as doenças vasculares, a desnutrição e a institucionalização, que estão diretamente ligados a alimentação.

Para se obter uma dieta de qualidade e o modo de se faze-lo é:

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Doença de Alzheimer – Saiba Mais

A medida em que a doença progride, há um comprometimento cada vez maior da memória e do comportamento com apatia, incapacidade de controle da urina e do intestino, incapacidade de cuidar de si próprio e em fases avançadas ocorrem alterações posturais, flexão global do corpo, contraturas e ausência das funções psíquicas superiores, com vida totalmente vegetativa. Sendo uma doença crônica, o tempo de duração é bastante variável podendo atingir até 15 anos ou mais após o diagnóstico inicial.

O Alzheimer atinge mais de 25 milhões de pessoas no mundo, considerando-se 1 a 1,5% entre 60 e 65 anos e 45% após os 90 anos de idade. No Brasil estima-se que existem cerca de 1.000.000 de pessoas com a doença, muitos dos quais ainda sem o diagnóstico, devido a demora na procura do médico, achando que os problemas com a memória é normal no idoso.

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Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é apenas uma das várias formas de demências. É uma doença neurológica degenerativa e progressiva, sem uma causa definida, em que ocorre morte dos neurônios (células cerebrais) em diferentes áreas do cérebro. Ela é conhecida desde 1906, quando Alois Alzheimer descreveu o primeiro caso da doença, mas somente nos últimos 20 anos é que começou uma divulgação maior por parte das entidades médicas e da mídia, a respeito desse problema devido ao envelhecimento populacional, já que esse mal está diretamente relacionado à senilidade. Quanto maior o número de pessoas que atingem idades mais avançadas maior vai ser a população dos doentes. Anteriormente o que se chamava de esclerose ou caduquice, hoje chamamos de Alzheimer.

O principal sintoma da doença é a perda da memória recente e devido ao fato das pessoas acharem que o envelhecimento é acompanhado de esquecimento e ao mesmo tempo, que a memória para fatos remotos torna-se mais evidente (o paciente conta fatos do passado com precisão) faz com que os familiares achem que a memória está boa, o que retarda a procura ao médico. O paciente torna-se repetitivo, perguntando várias vezes à mesma coisa e contando fatos passados muitas vezes.

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