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Idosos > Blog > Bem Estar > Nutrição > A Composição do nosso corpo muda com o Envelhecimento?
Nutrição

A Composição do nosso corpo muda com o Envelhecimento?

Ana Letícia Moraes
Última atualização 4 de abril de 2017 23:09
Por Ana Letícia Moraes
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3 Min
Idosos perdem massa muscular.
A composição corporal muda com o envelhecimento.
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A Composição Corporal muda com o tempo. A massa de gordura e a gordura visceral aumentam, enquanto a massa muscular diminui.

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A Sarcopenia (perda de massa muscular) pode prejudicar significativamente a qualidade de vida do idoso ao diminuir sua mobilidade. Também aumenta o risco de quedas e altera o metabolismo. Entenda mais sobre o assunto aqui.

Contents
  • A Composição Corporal muda com o tempo. A massa de gordura e a gordura visceral aumentam, enquanto a massa muscular diminui.
    • Só a balança não serve!

A Obesidade Sarcopênica é a perda de massa muscular em idosos obesos. A terapia para perda de peso melhora as funções físicas e a qualidade de vida. Reduz, nas pessoas mais idosas, as complicações clínicas associadas. Toda a redução de peso no idoso deve ser cuidadosamente acompanhada por profissional habilitado para que se evite perda de massa muscular e óssea. Deve-se usar outra medidas além da variação de peso, como antropometria ou outro instrumento. É muito importante avaliar separadamente os compartimentos corporais – massa magra e gordura.

Só a balança não serve!

Já o baixo peso corporal ou desnutrição no idoso associa uma perda de massa corporal generalizada à baixa ingestão calórica, proteica ou uma combinação de ambas. Algumas causas que levam à desnutrição incluem medicamentos e polifarmácia, depressão, decréscimo do paladar ou olfato, má saúde bucal, doenças crônicas, disfagia e outras alterações que dificultam a alimentação. Causas sociais podem incluir viver sozinho, recursos limitados, falta de transporte ou limitações para fazer compras e preparar alimentos. O consumo de etílicos e fumo prejudica ainda mais a nutrição do indivíduo. A estratégia para diminuir a deficiência calórico-proteica inclui aumento do consumo de calorias e proteínas. Ou seja, comer mais. Porém, dependendo da gravidade do quadro de desnutrição do idoso, isso deve ser feito com acompanhamento médico ou de nutricionista para se evitar a Síndrome de Realimentação.

A Sindrome de Realimentação possui uma manifestação clínica complexa. Foi descrita primeiramente em prisioneiros orientais, após a II Guerra Mundial. Quando os prisioneiros foram alimentados após períodos prolongados de jejum, desenvolveram falência cardíaca. “Caracteriza-se por alterações respiratórias, arritmias e falência cardíacas, pouco dias após sua alimentação.”

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TAGGED:composiçãoComposição corporalcorporalgorduramassamuscularobesidadeobesossarcopenia
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PorAna Letícia Moraes
Ana Letícia Moraes é especialista em Fisiologia Humana e Nutrição Desportiva pelo Instituto de Biologia da UNICAMP e chef em alimentação viva pelo Living Light Health Institute, Califórnia – EUA. Possui cursos em Longevidade, Modulação do Envelhecimento e Diabesidade. Atualmente cursa o 4º ano de Nutrição na Faculdade de Ciências Aplicadas da UNICAMP.
2 Comentários 2 Comentários
  • joao disse:
    7 de dezembro de 2017 às 10:28

    a internete seria ótima se não fosse os invasores desonestos. tenho 75 anos e achei otima a publicação dos senhores, encontrei o site dos senhores procurando outras informações que não tem nada a ver com este site, o povo não é acefalo/bucefalo, porque quer, os corrruptos do palacio da alvorada e medicos cumplices dos laboratorios nos querem mal informados, hoje, eu procuro algo que mantenha meu diabetes equilibrado, mas só encontro paliativos, podem me ajudara manter o diabetes no nivel correto, não quero perder as pernas nem os olhos por causa de maus medicos,muito obrigado pela atenção

    Responder
    • Juliana Martinelli disse:
      7 de dezembro de 2017 às 19:57

      João, ainda precisamos investir mais em conteúdo sobre diabetes. Os melhores artigos que temos sobre o assunto são os escritos pelo Ricardo Panizza, que é Educador Físico, mestre pela UNICAMP com um trabalho sobre atividades físicas para idosos diabéticos. Vou colocar o tema “diabetes” no meu planejamento.

      Responder

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