Idoso atendido por saúde púlblica

Saúde Pública e Saúde Complementar: pesquisa de satisfação.

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O problema de saúde pública, no Brasil, é grave como todos sabemos. Se é um problema para o cidadão jovem, imaginemos quando esse jovem envelhece. O sistema de saúde pública, entretanto, não está suficientemente preparado para acolher e cuidar  dessa pessoa idosa.

O idoso começa a sentir falta de um acolhimento, um diagnóstico conclusivo. Esse diagnóstico só virá com a ajuda de exames laboratoriais e de imagem, às vezes, difíceis para se conseguir na agenda do SUS, por exemplo.

Junto a isso, acrescenta-se a indicação de fisioterapia, terapia e, atualmente, até acupuntura que darão ao idoso uma esperança de vida mais saudável

O idoso se informa e, quando isso acontece, fica a par do que há de mais novo e eficaz para seu bem estar. E o idoso atendido pela saúde suplementar tem melhor percepção de bem-estar do que aquele que não dispõe desse serviço e tem apenas a saúde pública como opção.

Essa foi uma das principais conclusões da “Pesquisa Longevidade : Idosos e Planos de Saúde”, realizada  pelo Datafolha e  divulgada durante o 3º Fórum de Saúde Suplementar, em 2017. O levantamento ouviu 1.100 entrevistados, com e sem plano de saúde, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entre as principais conclusões estão:

  • 6,2 milhões de brasileiros com mais de 60 anos são atendidos por planos de saúde, o equivalente a 24% dos brasileiros nessa faixa etária.
  • 64% dos entrevistados que possuem plano declararam ter um estado de saúde “Bom ou Ótimo” (ante 53% do outro grupo).
  • 97% dos beneficiários não pretendem mudar de operadora nos próximos 6 meses.
  • 70% se dizem satisfeitos com a seguradora escolhida.
  • A permanência nas operadoras é de 19 anos, em média.
  • 56% fazem pelo menos um exame complementar a cada seis meses.
  • 82% se consultam apenas com médicos da rede credenciada, sendo o cardiologista o especialista mais requisitado (27% da procura).
  • 75% se declaram satisfeitos com a facilidade para marcar consultas.
  • 88% estão felizes com o atendimento no consultório.
  • 83% se mostraram contentes no acerto do diagnóstico.
  • 89% com a cordialidade.

É um bom tema para reflexão.

Que velhice queremos ter?

Em que situação de bem-estar  vale a pena tudo isso?

Podemos melhorar?

Vamos à luta, então !!!

E a INFORMAÇÃO é tudo !!!

Quer compartilhar sua experiência conosco? Por favor, escreva-nos.

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