Imagem de cérebro sendo demonstrado com alimentos que são bons para a memória

Alimentos Bons Para a Memória

em Nutrição/Saúde por

Você conhece alimentos que são bons para a memória?

Uma alimentação saudável é a chave para uma vida saudável!

Já são muitos os estudos que mostram a ligação entre alimentação e saúde física e mental. Por isso sua relação tem consequências importantíssimas para nosso corpo.

Portanto existem alimentos que podem recuperar o funcionamento do intestino, ajudar na digestão, melhorar o humor, aguçar a memória e ajudar nosso corpo a funcionar de forma apropriada.

Quando falamos em alimentar o nosso cérebro, falamos sobre turbinar o raciocínio, ganhar foco e preservar lembranças.

Alguns ingredientes podem ter uma afinidade especial com a massa cinzenta.

Por esse motivo, a Equipe do Instituto Martinelli separou alguns alimentos que podem ser bons para a memória!

  • Plantas condimentares:

Também conhecidas como especiarias, as plantas condimentares são conhecidas por suas propriedades antioxidantes. Além de enriquecerem o sabor, o aroma e a coloração dos alimentos, algumas delas ainda podem proteger o hipocampo.

Ademais, pode diminuir a ansiedade.

  • Alimentos fermentados:

A fermentação alimentar designa o processo que envolve o crescimento e a atividade de microrganismos nos alimentos, como bolores, bactérias ou leveduras. Ou seja, são feitos por meio de crescimento microbiano desejado e conversões enzimáticas de componentes alimentares.

Portanto, podem alterar a microbiota intestinal e reduzir marcadores inflamatórios.

São alimentos como: leites fermentados, Iogurtes probióticos e fermentados, Kimchi (vegetais fermentados consumidos diariamente na dieta coreana), chucrute, kombucha, alguns tipos de pães, vinagre.

É importante considerar que apesar da presença de microrganismos benéficos, nem todo alimento fermentado é um probiótico. Para ser um probiótico, é necessário que o alimento entregue um benefício específico e tenha segurança comprovadas da cepa, além da confirmação de que exista, no produto final, número suficiente das cepas de microrganismos para conferir o benefício reivindicado.

Geralmente são indicados para além de melhorar a função intestinal, também pode diminuir a ansiedade.

  • Nozes, Castanhas e afins:

Alguns estudos indicam que as nozes possuem efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes dos ácidos graxos ômega-3, e como consequência pode melhorar a memória.

Por ter gordura saudável, juntamente com vitaminas e minerais, ajuda o nosso cérebro a funcionar melhor.

Há ainda uma forte relação entre a deficiência de selênio e o surgimento de problemas cognitivos durante o envelhecimento.

Para concluir, a vitamina E e gorduras boas completam a receita neuroprotetora das oleaginosas.

Estudos revelam que o consumo desses alimentos interfere nas ondas cerebrais envolvidas com a retenção de informações e o aprendizado.

  • Chocolate Amargo

Como é uma excelente fonte de ferro, o chocolate amargo ajuda no revestimento que protege os neurônios e ajuda a controlar a síntese de substâncias químicas que influenciam o humor.

Também tem efeitos positivos sobre a memória de trabalho, cognição, atenção e, de quebra, na redução do risco de problemas cardíacos

  • Abacates:

O abacate é conhecido por sua quantidade de magnésio. O colocamos aqui porque diversas análises relacionam a depressão à deficiência de magnésio.

Apesar das calorias, a polpa cremosa é um concentrado de substâncias que blindam a massa cinzenta.

O fruto é rico em vitaminas B6, B12, C e E, além de selênio, luteína, colina e outros compostos fundamentais para os neurônios.

A conclusão é que o nutriente aperfeiçoa as conexões entre os neurônios presentes na chamada rede de atenção dorsal do cérebro.

  • Espinafre, brócolis e companhia

As hortaliças de coloração verde-escura concentram um mix de substâncias parceiras do sistema nervoso.

E o espinafre merece destaque. Ele fornece bastante luteína, parte de uma família de pigmentos conhecida como carotenoides.

Em estudo com 60 pessoas, realizado na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, os maiores consumidores de luteína exibiam memória e raciocínio mais afiados. Os cientistas acreditam na alta capacidade antioxidante do composto.

Combater o excesso de radicais livres é uma estratégia primordial para a cabeça, já que o estresse oxidativo abre as portas para danos aos neurônios e às perdas cognitivas.

Em resumo, é muito importante ter uma boa alimentação. Pois não faz bem apenas para o corpo, mas também para o cérebro. Portanto, uma dieta rica em nutrientes, vitaminas e gorduras benéficas protegem o cérebro de hoje e o ajudando a manter uma boa massa cinzenta – o que fará grande diferença no futuro – à medida que envelhecemos.

 

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